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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Gostosa surpresa



    O melhor de ser criança é começar a semana do dia das crianças com uma surpresa gostosa. Aliás, qual criança não gosta de guloseimas? É sabido que não podem abusar dos doces, mas de vez em quando, não fazem mal a ninguém, a não ser que haja restrição médica.
    Foi assim que a Professora Luciana Rodrigues recebeu seus alunos do PROETI "A" nesta segunda-feira dia 13/10/2014. A alegria foi geral. Não pense que as outras turmas ficaram por fora, muito pelo contrário, cada professor ao seu modo está fazendo esta semana ser especial. A culminância de "tudo isso", será no dia 16/10/2014 com muitas surpresas. Portanto crianças não percam as aulas. Estamos aqui esta semana para uma homenagem especial a cada uma de vocês, que dão vida e sentido a esta escola.

Cliques da turma da D. Luciana Rodrigues - PROETI "A"



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Semana da criança: Grupo teatral- IBEL


    Foi com grande alegria que recebemos nesta sexta-feira 10/10/2014 o grupo de teatro do IBEL- Instituto Bíblico Eduardo Lene - Patrocínio MG, que com antecedência haviam proposto um momento diferente na semana das crianças, nos turnos da manhã e tarde. 
   Foi com Louvor que apresentaram uma peça teatral com o tema bem atual: O uso do celular/ Smartphone por crianças. Cujo foco central é orientar a importância das amizades "presenciais" e o uso correto do celular, o qual em hipótese alguma substitui a família e os amigos. É importante a compreensão de que o celular está a serviço das pessoas em suas reais necessidades e não as pessoas aos celulares e às novas tecnologias. 
    As crianças riram, se emocionaram e aplaudiram esta iniciativa que já se repete a alguns anos. Ao grupo do IBEL, nosso muito obrigado por tudo. Voltem sempre!

Veja os cliques!

 

 

 


 

 

 

 



sábado, 11 de outubro de 2014

Dia das crianças, vale a reflexão!


Hoje em dia, pais, professores e adultos em geral devem estar atentos no seu modo de se posicionar no mundo, pois são observados a todo tempo pelos menores, desde a mais tenra idade, sendo as primeiras aprendizagens por imitação e repetição do que fazem os maiores. É preciso a reflexão: no ato de educar, enquanto pai, professor, adulto, tenho contribuído para a instalação da corrupção , ou tenho sido contra esta?
Quando pequenos, caso os pais e ou responsáveis legais cederem às "birras", "chantagens", pequenos delitos, estarão automaticamente reforçando que corrupção é permitido, e assim estes seguirão em frente reproduzindo o aprendizado como algo natural, vindo, quando adulto, a banalizar valores éticos e morais considerados universais, infringindo leis e direitos dos outros ao seu redor.
Pequenas práticas do bem nunca saem de moda, como ter respeito pelos mais velhos, chamar de senhor e de senhora, dar lugar para sentar aos idosos, pessoas com deficiências, gestantes e mães com crianças de colo, devolver um pertence encontrado na rua ao seu legítimo dono, respeitar uma fila seja onde for, etc.
Cabe primeiramente aos pais esta educação a qual será reforçada pela escola e consolidada no meio social. Portanto, estar aberto ao diálogo com as crianças é de fundamental importância para a geração de adultos mais "maduros" e preparados ética e moralmente para viverem em qualquer ambiente e meio social.
No mundo dos adultos a realidade é completamente diferente do mundo das crianças, adolescentes e jovens, embora se tenha admitido maior abertura e compreensão de que a partir de determinadas idades a "criança" já possui consciência dos seus atos e portanto é oportuno que arquem com as consequências dos mesmos, onde se entende, cabe a redução da maioridade penal em alguns países que assim ainda não agem.
É preciso saber tratar de cada situação com cautela sem os excessos que geram violência e traumas. Como dito anteriormente, cabe sempre o diálogo.
Criança não nasce sabendo o que pode, o que não pode,  o que é perigoso,  o que não é perigoso,  o que é errado, ou o que é certo (prefiro diz o que convém e o que não convém), e que toda ação gera uma reação, ou seja, consequência. É através do diálogo saudável, desprovido de gritarias e xingamentos que ela vai aprendendo à medida em que cresce, à medida em que ensinam, à medida que vão se tornando capazes de gerirem suas próprias vidas.
Ter "dozinha" da criança enchendo-a de mimos e fazendo tudo por elas, só gera adultos deficientes e dependentes, primeiramente dos pais, depois da escola e em seguida da sociedade de um modo geral. É possível praticar o amor, o carinho sem exageros e excessos de mimos. A criança desde pequena tem que aprender a buscar o que deseja, sem que para isso precise agir de má fé com seus semelhantes na criação de um ambiente de mentiras, desconfianças e desrespeito.
"Ensinar a pescar" é uma máxima  muito antiga, porém atual. Há vários modos de pescar, como há vários tipos de iscas a serem usadas para captura de determinados peixes, águas mais rasas, águas mais profundas, épocas ideais, etc. Caso tiver um bom professor (pai, mãe, responsável, professor, etc.) e for um bom aluno, com certeza será um bom pescador. Caso estes "professores" não sejam experientes neste ofício, com certeza o aluno não será um bom pescador, ou não se sobressairá aos demais. Esta situação novamente nos leva à reflexão do que vem a ser um mal pescador e o que é um bom pescador e qual é o diferencial.
Complexo? Nem tanto, não há perfeição, mas um bom pescador costuma ser aquele que busca no equilíbrio e respeito ao meio ambiente e leis existentes, atender às suas reais necessidades e a dos que estão em seu entorno, buscando a sustentabilidade, sem que para isso necessite trapacear e infringir os direitos alheios. E todos crescem com isto. O mal pescador é o oposto, e a corrupção é contrária a tudo que se relaciona ao bom pescador, ela é egoísta, busca benefícios próprios em excesso, sugando todos os recursos da natureza, como se estes nunca fossem se extinguir, sem se preocupar com com o meio ambiente e com a coletividade, infringindo direitos, usurpando dignidade. O diferencial é a humanidade que há no bom pescador e nula no mal pescador.
Que tipo de pais, professores e adultos temos sido?
temos sido bons professores? A conclusão, cada um vai tirar no dia a dia no decorrer da vida, pois esta, realmente é uma escola.

Por Adalmir Oliveira Campos  (Pedagogo, escritor e poeta)
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos,blogspot.com.br

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Em ritmo de dia das crianças: Sugestões de brincadeiras



    Chegando o dia das crianças, e nada melhor que muitas brincadeiras para auxiliar na queima de energia acumulada, a qual em excesso, gera certa instabilidade entre as crianças, que muita vezes é entendida como transtornos como o da hiperatividade, e nem sempre é  o que acontece. Temos medo que os filhos/ alunos caiam, machuquem ou até que se sujem demais. E, assim, privamos que eles sejam quem são, ou seja, crianças! neste 12 de Outubro e sempre permita a estas se assumirem como são e viverem este momento único, que passa e não volta atrás.

Brincar promove a socialização, integração e a noção de cooperação na criança. Além de desenvolver os aspectos cognitivo, psicomotor e afetivo.

Precisa de algumas ideias? Pois aqui vai uma lista de brincadeiras tradicionais no Brasil:

1) Alerta cor
Uma pessoa é escolhida para ser o pegador e os demais ficam espalhados. O pegador diz “alerta cor!” e os demais perguntam “que cor?”. O pegador, então, escolhe uma cor e todos deverão tocar em algo dessa cor para ficarem salvos, caso contrário, poderão ser pegos.

2) Arranca rabo
Cada participante ganha uma tira de tecido (pode ser um lenço) para pendurar na parte de trás da calça, como se fosse a cauda de um animal. Ao sinal, todos correm tentando arrancar a cauda dos outros participantes. Vence quem conseguir juntar mais caudas, sem perder a sua. (pode-se também variar, escolhendo um ou dois pegadores, estilo pique pega).

3) Cada macaco no seu galho
Um participante é escolhido para ser o caçador, os demais serão os macacos. Os macacos fazem uma roda e o caçador fica no meio. Os macacos vão girando a roda. Quando o caçador gritar “cada macaco no seu galho!”, eles deverão correr e subir em algum lugar alto (cadeira, escada, etc). Enquanto estiverem no chão, poderão ser pegos pelo caçador.

4) Chicotinho queimado
Pegar um pedaço de pano para ser o chicotinho queimado. Um participante será o mestre e esconderá o chicotinho sem que as outras vejam. Depois todos saem para procurar. Quando um participante chegar perto do chicotinho escondido o mestre deverá dizer “está esquentando”; se ele se afastar, o mestre dirá “está esfriando”. Vence quem conseguir achar o chicotinho.

5) Corrida de três pernas
Desenhe uma linha de chegada no chão. Forme duplas com os participantes e amarre a perna direita de um com a perna esquerda do outro. Ao sinal da largada, as duplas deverão correr até a linha de chegada. Vence a dupla que chegar primeiro sem cair ou soltar as pernas amarradas.

6) Foguinho
Escolher dois participantes para girar uma corda para um terceiro pular. Enquanto giram a corda, cantam “Salada, saladinha, temperada com sal, pimenta, fogo, foguinho!”. Quando pronunciar a palavra “foguinho” chacoalham a corda bem rápido, até a pessoa que está pulando esbarrar nela.

7) Lencinho na mão
Os participantes sentam no chão formando uma roda. Um participante, que será o mestre, fica em pé, andando em volta da roda, com um pedaço de pano na mão, enquanto os outros cantam: “Lencinho na mão, caiu no chão; moça bonita do meu coração; galo que canta corococó; chupa cana com um dente só; é 1, é 2, é 3; acabou a sua vez”. Ao dizerem isso, o mestre tem que largar o lencinho atrás de alguém que estava sentado – essa pessoa deverá sair correndo e tentar pegar o mestre, que por sua vez estará salvo se conseguir sentar no lugar da pessoa que se levantou.

8) Mãe da rua
Traça-se uma linha no chão, em cima da qual ficará um participante, que será a mãe da rua. Ele poderá se mover somente em cima da linha. Os participantes ficarão de um lado do campo e, dado o sinal, deverão passar para o outro lado cruzando a linha. Quem a mãe da rua tocar estará pego. Depois, repete-se até que sobre somente um participante, que será o vencedor.

9) Morto vivo
Os participantes ficam em fileira e um é escolhido para ser o mestre. Quando o mestre gritar “morto”, os participantes agacham; quando gritar “vivo”, os participantes ficam em pé e levantam os braços. E assim ele vai alternando, acelerando e reduzindo a velocidade. Quem errar, sai da brincadeira. Quem conseguir ficar até o final, vence.

10) O mestre mandou
Escolher um participante para ser o mestre. Os demais obedecerão a ele. O mestre dá uma ordem, começando com “o mestre mandou”, por exemplo: “o mestre mandou pegar uma pedrinha”. Quem não pegar sai, quem pegar continua. Até que sobre somente um participante, que será o novo mestre.

Ficou com vontade de brincar? Então, junte a meninada e divirtam-se!

Uma bela história para alegrar a semana

    Um clássico nunca sai de moda.
   Assim é também com a história dos Três Porquinhos que sempre alegra, mesmo em novas versões. Tire um tempinho para ver com as crianças e depois pare para conversar sobre o que mais gostaram na historinha e o que não gostaram. Para a brincadeira ficar mais interessante, que tal pedir às crianças para que inventem e ilustrem um novo final para a história e apresente aos coleguinhas.

Tirar um tempinho para lazer com filhos/ alunos é uma ótima oportunidade para se criar laços, empatia e afinidades fundamentais para relacionamentos saudáveis. Seja feliz e faça uma criança feliz!
Boa história para vocês, espero que gostem!